Nada se perde, tudo se transforma!


Nessa época de muita aceleração energética, é possível que as situações de desafio ao nosso equilíbrio quotidiano estejam aparecendo com mais freqüência. É verdade, que este período da grande limpeza é propício a revelar tudo o que precisa ser transmutado. Não é uma tendência nova, mas ela está se fortalecendo ultimamente. Como sempre, essas situações são novas oportunidades de enxergar o que estamos criando e como estamos criando em nossa vida.

É realmente importante dedicar atenção e tempo a cada uma dessas situações. Não de forma a dar um valor real para elas, mas simplesmente para desistir da fuga. Se a situação está voltando, é com certeza porque fugimos de uma forma ou outra as últimas vezes que ela se apresentou e que não reconhecemos a nossa própria parte nessa criação. É preciso apenas do tempo suficiente para olhar bem nos olhos desse contexto. Depois dessa pequena parada podemos nos dar conta de que não tem que ter medo da situação, e que podemos decidir de abrir mão dela de tal jeito que não vamos voltar a criá-la.

Este processo não tem nada a ver com o fato de se culpar com todas as situações que encontramos ou mesmo de aceitá-las sob o pretexto de que tenha que aceitar a nossa responsabilidade. Ao contrário, temos sempre a escolha do tipo de experiências pelas quais queremos passar e reconhecer essa escolha a cada situação basta para liberar as criações das quais não gostamos. Porque deveríamos ficar sofrendo ou mesmo assustados? Podemos ao contrário optar pelo amor por nós mesmos e decidir não passar mais por essas experiências. “Sim eu entendo que eu criei tudo isso, mas não estou mais afim dessa repetição. Decido então liberar tudo isso e criar de acordo com o que Eu sou para chegar a outros resultados.”

Passo a passo, conseguimos então tirar do nosso caminho cada uma dessas últimas pedras, mesmo parecendo montanhas às vezes, e continuar em nossa senda do reconhecimento do nosso poder criativo. Desse jeito, nos tornamos cada vez mais conscientes dos momentos onde criamos segundo o que somos, e dos momentos onde o ego está ainda nos iludindo.

No final das contas, não tem obstáculo no caminho de Ascensão. Apenas situações que criamos e com as quais aprendemos a lidar com amor, sempre empurrando um pouco mais longe os limites desse amor no qual vibramos até não precisarmos mais de qualquer limite. Com certeza, cada uma dessas situações vale a pena e o tempo do qual precisamos para integrá-las.

Com Amor,
Philippe


 
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