Levanta-te e Anda!


Já estamos muito adiantados em nosso processo de transformação, tanto pessoal como planetária. Ao olhar para trás, é bom ver todo o caminho que foi percorrido. O nosso objetivo não está lá na frente, “quando evoluirmos” como alguns falam, mas bem aqui em nossas mãos. Seguimos em frente, sem cansar, sustentando cada vez mais a consciência do Novo Paradigma a cada instante. Encontramos pessoas que se sentem inspiradas por essas transformações. Outras, ficam ainda presas à percepção do desconforto dos tempos atuais.

E apesar deste desconforto, muitos estão ainda mantendo uma postura passiva. Muitos estão apenas esperando, sem saber realmente o quê. Pode ser, que seja de acordar como de um pesadelo, com tudo transformado e do jeito que querem a sua volta. E quanto mais estão esperando, mais o desconforto aumenta, até o dia, quem sabe, onde ele se torna tão intolerável que a pessoa decide realmente “fazer algo”. Mas isso não é uma prova de resistência, e o desconforto que está sendo percebido, não é natural em si. Ele representa a dificuldade da cada um em acompanhar a transformação atual, quer seja a nível pessoal ou planetário. E cada vez que uma pessoa continuar de resistir e se mantem presa nos padrões antigos, essa resistência e o desconforto associado aumentam.

Sim, é possível ter outra experiência. É possível reconhecer na situação atual uma real e palpável oportunidade de transformação no aqui e agora. Essa transformação não reside em fazer práticas esotéricas, ou exercícios orientais, nem em se tornar um estudioso de uma teoria sobre o que é a nova consciência. Ela se manifesta por uma transformação verdadeira da postura, dos padrões mentais e emocionais, da abertura para a vida.

Essa transformação não tem nada a ver com “fazer o bem”, já que ela está além do pensamento da dualidade. Ela está além do condicionamento que alimenta os padrões antigos e que dificulta a manifestação real da mudança. Também ela não acontece como por magia para quem continua a reproduzir posturas antigas que um dia desapareceriam. Ela acontece porque se permite que ela aconteça. A nova consciência já está presente, ela já está em nossas mãos, à espera que lhe demos atenção.

Muitos já falaram que se quiser ver um outro mundo, é preciso fazer outras escolhas no seu dia a dia. É preciso SER essa transformação agora e não esperar que ela aconteça. É preciso sustentar essa consciência constantemente apesar das condições externas. É preciso ser verdadeiro.

Querido amigo, levanta-te e anda. Você já tem tudo que precisa!

Com Amor,
Philippe
Mestre de New Paradigm MDT
Cursos New Paradigm Basic Master & 13D Master
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Seja Real Agora!


Para quem está conectado com a transformação de consciência, o período atual com dois eclipses, um lunar e o outro solar, está se mostrando muito revelador. Ao mesmo tempo, programações antigas estão vindo a tona para serem liberadas, e códigos da nova consciência estão sendo disponíveis para quem quiser integrá-los. Como sempre, essa dinâmica de transformação pode criar um certo desconforto que conhecemos bem a essa altura do caminho, e que para muitos ainda, é o único motor da transformação já que é preciso aliviar um desconforto que se tornou insuportável.

Essa dinâmica poderia fluir livremente si não tivesse esse bom velho hábito de jogar a culpa daquele desconforto sobre algo que está fora de nós, quer seja pessoas, instituições, sociedade, vida, Deus... A certo ponto, pode ser até importante examinar com mais cuidado essa tendência em procurar as causas e soluções fora de nós, e isso vale também para as pessoas que estão praticando alguma ou outra atividade de autoconhecimento.

Para quem não tomar cuidado, é muito simples cair nessa armadilha da entrega do poder criativo, e são muitas pessoas para as quais esse ponto foi entendido apenas teoricamente, e para quem no dia a dia a armadilha foi transferida para aquela prática ou atividade, leitura, pessoa que escolheu para inspirar seu caminho. Toda essa ajuda tem como única função de proporcionar ferramentas, inspiração, dinâmicas que estejam facilitando a transformação. Em nenhum caso pode uma ferramenta executar o trabalho de transformação em si. Essa transformação é a nossa parte, e lembro que porque temos o livre arbítrio, não tem como ser de outra forma.

Isso não tira nenhum merecimento dessas atividades ou ajudas, já que elas são sem dúvida um fator de crescimento dos mais bem-vindos. A armadilha da qual estou falando, é essa tendência a identificar-se com aquela prática, leitura, pessoa... achando que ela é a nossa transformação, ou que essa transformação vem daquilo. Não é o caso, de tão eficiente que essa ajuda seja, ela não pode fazer a nossa parte como por exemplo integrar totalmente e sustentar a transformação.

Pois é, é apenas quando integramos e sustentamos a transformação em nosso processo que a teoria se torna prática, que se apropria aquele conhecimento, que a transformação almejada se torna real, e não uma imitação pálida digna de um papagaio repetindo aqueles preceitos cuidadosamente aprendidos.

Por isso, é importante ser real na vida e no seu processo de autoconhecimento. Não tem que fingir que é algo enquanto na verdade, naquele momento, esse algo é apenas um ideal que está nutrindo. Caso sentir alguma emoção desagradável por exemplo, porque tentar negar o que está acontecendo? Só porque não deveria ser assim de acordo com suas leituras ou com seus estudos? Isso seria mais uma vez entregar sua experiência a ilusões e privar-se de muitos presentes. Os desafios e dificuldades que a vida nos oferece são tantos sinais reais e precisos que nos indicam quais são as áreas que precisamos ainda transformar. Todos eles são presentes, não por proporcionar o desequilíbrio, mas sim pelo uso que podemos fazer deles para impulsionar a nossa transformação.

Não podemos esquecer que não estamos presos a nenhuma dessas polaridades: de um lado engolir sapo frente a tudo o que esteja acontecendo, do outro lado dar vazão à expressão de todo desconforto que esteja percebido. Por experiência, nenhuma dessas opções pode realmente ser construtiva a longo prazo. A única solução reside em transcender essa polaridade, e isso quer dizer utilizar o desconforto desses sinais para nossa transformação sem se deixar envolver no desequilíbrio que eles sugerem.

Cuidado então a não adotar um comportamento “espiritualmente correto”, sobe o pretexto de que seu ideal não permite tal ou tal coisa. Nenhuma transformação real poderia nascer de tamanha mentira consigo mesmo. Claramente, que isso não se torne uma desculpa para não se empenhar no seu caminho pessoal. Sim, podemos ser a transformação que queremos. Para isso, é preciso ser real aqui e agora, porque a transformação é a expressão dessa verdade.

Com Amor,
Philippe
Mestre de New Paradigm MDT
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Integrando as Polaridades


As energias do Equinócio nos deram mais uma oportunidade de integrar as polaridades dentro de nós. Isso está se tornando cada vez mais importante no contexto atual para não passar por uma montanha russa mental e emocional. Para quem esteja se sentindo pressionado pela repetição de certas situações no seu dia a dia, não esqueçam que nossa vida é uma tela virgem na qual se projeta a nossa consciência quando estimulada por uma vibração de certa freqüência. Mais uma vez, é dentro de nós que vamos achar a solução a essas repetições e permitir que a transformação aconteça de verdade em nossa vida.

Um dos maiores desafios da experiência na Terra é de reconhecer a nossa semelhança com a fonte e de viver nessa consciência. Não tem como vivenciar o todo que somos sem reconhecer todas as polaridades dentro de nós, e sem transcender os nossos apegos a uma ou outra dessas polaridades. É preciso integrar e transcender esses vários aspectos da nossa experiência. Muitas vezes, temos ainda dificuldade de reconhecer esses apegos, e é exatamente isso que o contexto atual está nos ensinando. As “experiências” pelas quais estamos passando são uma expressão desses apegos. Não adianta continuar a querer experimentar apenas um único aspecto dentro de um par de polaridades. A criação está em constante transformação e querer manifestar apenas um desses aspectos sem nunca permitir a expressão do seu complemento seria limitar a sua própria experiência de sua natureza, limitar o seu caminho de ascensão. Seria também uma grande ilusão de controle e tal tentativa levaria a experimentar a síndrome da “panela de pressão”, uma pressão que o fluxo natural da vida torna insuportável até que esse apego esteja liberado.

Assim, todas as nossas experiências podem ser usadas como ferramentas para reconhecer esses apegos nossos. É por isso que a nossa passagem na 3a dimensão é tão valiosa, porque ela nos ensinou muitíssimo sobre nós mesmos e nos ajudou a desenvolver a consciência de quem somos em relação a vários aspectos, quer seja físico, emocional ou mental.

Agora, já estamos prontos para expandir um pouco mais e descobrir o que as frequências mais elevadas podem nos ensinar sobre nós mesmos, além da frequência da polaridade. Mas antes disso, é preciso liberar nossos apegos antigos e o contexto que já não vibra mais apenas nessa frequência nos ajuda a enxergar nisso com mais clareza.

Abrir mão dos apegos não quer dizer negar as nossas emoções ou ignorar os nossos padrões mentais porque achamos que eles não estão mais “dignos” do nosso crescimento. Com certeza, tal negação fortaleceria ainda mais aquele apego. Bem ao contrário, é preciso honrar tudo o que essas experiências têm para nos ensinar, honrar e acolher essas emoções e esses pensamentos, e aprender com eles quais são os obstáculos ao grande fluxo da vida que estamos ainda mantendo com força em nosso caminho. Podemos sempre escolher em qual frequência vibramos para passar por uma determinada situação. Podemos continuar a reproduzir aquilo já fizemos durante muito tempo e nos apegar ainda mais tempo a essa postura. Ou podemos abrir mão dela e nos abrir para o novo. Novos pensamentos, novas emoções, um novo olhar sobre o que está acontecendo a nossa volta e sobre nós mesmos. É dentro dessa abertura que as polaridades têm um espaço para serem integradas e que podemos transcender a 3a dimensão.

Lembrem-se, queridos amigos, que cada vez que estamos nos alinhando com a frequência das energias de Shamballa, estamos dando mais espaço para que essa transformação aconteça. Por isso, mantenham em dia sua prática cotidiana.

Com Amor,
Philippe
Mestre de New Paradigm MDT
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Amar a Transformação


Vários indicadores estão convidando a se preparar para acontecimentos planetários fortes para o período daqui o final do ano. Os avisos se fazem cada vez mais presentes e é um bom momento para avaliar com atenção o seu relacionamento com este momento chave da evolução da humanidade. Acontecimentos de grande escala podem ajudar muitas pessoas a entrar decisivamente em novos padrões de comportamento e a abandonar jeitos antigos e crenças limitadoras. Entretanto, os mesmos acontecimentos podem levar outras pessoas a se trancar ainda mais fundo na sua prisão de medo e de isolamento.

Frente ao acúmulo dos desafios diários e sendo bombardeados apenas pelas notícias quase insuportáveis dos quatro cantos do planeta, é importante dar um passo para traz e se dar um tempo para se reconectar com sua experiência de vida. De fato, escolhemos antes de tudo um contexto para a transformação, e atualmente pode ser difícil expressar seu amor à vida sem manter isso claro na sua mente. Essa conexão não é tarefa fácil até sustentar o vínculo com a parte da sua consciência que realmente escolheu a experiência. A Terra nos oferece um contexto para experimentar nosso poder criativo, tanto ao nível pessoal como coletivo, contexto que tem como principal característica a dualidade. Isso torna nossa experiência muito rica já que do ponto de vista da consciência, tem muito que se pode aprender em tal contexto. Entre outros assuntos: abrir mão do julgamento; aprender sobre a nossa tendência de olhar para o mundo através de uma lente polarizada; aprender a reconhecer que tudo faz parte da criação, de tal jeito que nós mesmos fazemos parte da criação; reconhecer que tudo está dentro de nós, mesmo aquilo do qual não gostamos; aprender a integrar essas partes das quais não gostamos, reconhecer que são nossas e voltar a um estado de união com a vida etc... É tudo a respeito da integração, integração, integração dos vários aspectos da nossa consciência individual e coletiva.

Esse contexto é uma grande oportunidade de integração com a qual estamos nos envolvendo pela encarnação. Agora, é claro que temos o livre-arbítrio, e podemos fazer o que queremos da experiência em si. Podemos usar essa experiência para nos firmar em um poder de criação que pulsa em união com a Fonte, ou para fortalecer a ilusão de separação. O que já sabemos é que não tem truque, não dá para fugir da experiência, e não vamos acordar de manhã com tudo a nossa volta transformado como por encanto. Perguntas valiosas para se manter sempre conectado com a experiência são por exemplo de saber se está aprendendo a dominar suas criações com seu corpo, suas emoções e sua mente, se está aprendendo ao mesmo tempo a não se apegar ao resultado da suas criações e a se responsabilizar por elas, se está aprendendo a lidar com as polaridades sem se identificar com elas.

Essa integração começa quando entendemos que movimentamos energia a cada pensamento e escolha, a cada emoção, a cada ação, e que essa energia em movimento tem repercussões. Podemos muito bem não gostar dessas repercussões e não é por isso que devemos negar o que fizemos, ou escondê-lo no lugar mais escuro do nosso subconsciente. Ao contrário, é preciso reconhecer o que fizemos para poder transformá-lo em algo que nos satisfaça em todos os níveis de consciência, reciclando a energia. O julgamento e a negação cristalizam, encapsulam a energia e impedem essa reciclagem. Olhar para suas criações com amor é muito transformador e abre novas possibilidades ao derrubar as muralhas do julgamento. Esse processo todo nos leva finalmente a re-descobrir quem somos de verdade. Aceitar e integrar para transformar.

Esses são apenas pequenos lembretes que nos ajudam a aceitar mais amplamente a experiência que escolhemos e a vivência que estamos criando. Apesar dessa postura de aceitação, existem várias armadilhas no caminho. Por exemplo, é fácil acreditar que experimentar certas emoções ou certos pensamentos seja uma coisa ruim, e que tenha que forçar um pollyannismo sorridente quando não é isso que esteja vivenciando. Também, não quer dizer que tenha que adotar a postura passiva de tipo “tudo tá bom para mim!” e aceitar qualquer decisão dos outros que afete a sua vida. É preciso de discernimento e aprender as consequências das suas escolhas. É também da nossa responsabilidade aprender a dizer “obrigado, não estou interessado nesta aventura sua, eu escolho fazer de um outro jeito”. Mesmo assim, já que estamos aprendizes neste processo criativo, criamos ainda consequências que não estão sempre nos satisfazendo. Agora é o momento de aprender a acolher essas criações no seu coração e a transmutar essa energia. Isso quer dizer as vezes, honrar as emoções que estamos sentindo, sem se submeter a elas, mas experimentando e reconhecendo toda extensão do que foi criado. Só assim podemos então transmutar não só aquelas emoções como a causa original que as despertou. A energia sendo transmutada e liberada, ela está disponível para criar outra vez, de um outro jeito.

Toda essa integração precisa acontecer não apenas ao nível pessoal mas também ao nível planetário, e períodos como o atual estão chamando por essa integração planetária. São momentos de muitos desafios e é fácil se perder ao longo do caminho. Ao longo do dia, são muitos compromissos, muitas responsabilidades a cumprir, muitos acontecimentos, e é preciso manter seu foco, manter seu objetivo claro na mente. Por isso, é importante conferir várias vezes ao dia se está ainda em sintonia com sua consciência superior e com seu objetivo principal. Observar seus atos, suas emoções e seus pensamentos, e não esperar um momento quando observar qualquer desarmonia. Usem suas ferramentas!

Com Amor,
Philippe
Mestre de New Paradigm MDT
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Entrar no Fluxo da Nova Consciência


Até que enfim uma trégua! O ambiente energético que está nos empurrando constantemente em nossa mudança de consciência se acalmou um pouco. Momento ótimo para respirar e para observar o que está acontecendo. Muitas pessoas relatam que, do nada, estão passando por acontecimentos difíceis sem que isso faça nenhum sentido para elas. Esse tipo de situação é claramente difícil de se lidar e geralmente só faz aumentar o medo. É preciso levantar o ânimo, e vamos ajudar a integrar o processo atual sem se perder em todas as situações do dia a dia que incentivam à transformação.

Vamos lembrar que um dos maiores empecilhos em nosso crescimento atual é o que podemos chamar de prisão da dualidade. Para simplificar, isso quer dizer que para cada situação encontrada, cada escolha que tenha que se fazer, a pessoa usa a mente e as emoções para analisar a situação através de polaridades como bom/ruim, certo/errado até tomar a sua decisão. Esse jeito de funcionar implica que julgue tudo o que estiver acontecendo a sua volta, e isso manifesta uma separação entre o ambiente e si mesmo. É como se fosse enxergar uma versão muito limitada dos acontecimentos, uma visão através de um filtro muito reduzido que permite de ver apenas uma parte do que está acontecendo e outra não. Esse jeito funciona para muitas situações do dia a dia, mas o problema vem quando esse é o único jeito que a pessoa utiliza para viver, e aplica isso onde não tem como funcionar. Felizmente é possível ampliar essa visão e se abrir de novo para outros modos de uso da mente. A dificuldade vem do uso exacerbado do modo dual que criou um condicionamento da mente e tornou essa liberação mais difícil para quem não usar ferramentas adequadas.

Quando funciona no modo não dual, a mente não analisa os acontecimentos de acordo com essas polaridades. A mente simplesmente flui e interage com os acontecimentos. A mente não pergunta mais “o que fazer” ou “como fazer”. Existe um processo natural de harmonização que, quando permitido, promove uma dinâmica, um fluxo de consciência que só pede para se manifestar. A questão não é mais “como” ou “o que”, mas somente permitir que esse fluxo aconteça. O funcionamento não dual leva a passar pelos acontecimentos fluindo fora do julgamento e se abrindo para todas as possibilidades que a vida tem para oferecer nessa manifestação.

Esse jeito não é tão estranho quanto parece, e de certa forma, todos nós já passamos por esse tipo de experiência um dia ou outro. São situações onde simplesmente permitimos que esse fluxo aconteça, onde sabemos exatamente o que precisamos fazer e nos entregamos. Assim antes mesmo de se perguntar como vamos conseguir, já nos vemos fazendo. São momentos onde percebemos com muita clareza esse fluxo, e ele traz uma sensação de bem-estar e de conexão com a vida muito grande. A grande diferenca é que na maior parte dos casos, não se percebe como está fazendo isso, nem se consegue reproduzir esse fluxo em outras situações.

Dá para perceber que esse funcionamento não dual parece mais com uma postura de vida do que como uma serie de regras a seguir ou não. É por isso que isso não se encontra em livros, mas que é o resultado da integração de várias vivências e reconhecimentos dessa mesma postura. É esse tipo de vivência que os workshops New Paradigm MDT estão promovendo. Eles favorecem essa integração em todos os níveis de consciência e dão ferramentas que ajudam a completar todo esse processo.

Vamos nos animar então e praticar esse outro jeito de ver. O nosso ambiente energético atual, com todos os seus desafios, é um dos mais interessantes para isso, e incentiva com toda força a adotar um funcionamento não dual da nossa mente. O primeiro passo é se tornar consciente cada vez que estamos conseguindo usar esse outro jeito. Para isso, é preciso aprender a observar a mente e as emoções, mantendo claramente esse objetivo em nossa consciência. O segundo passo é aprender a sustentar essa mudança por períodos cada vez mais longos, de realmente Ser esse outro jeito.

Eu quero acrescentar o seguinte a respeito do período atual de transformação:
Não tenham medo de mudar. Pode acontecer, por exemplo, que os seus gostos estejam mudando atualmente. Mesmo que tenham feito algo de um certo jeito a sua vida inteira, vocês podem muito bem sentir que o seu jeito mudou ultimamente. Não tem razão porque resistir. A transformação não acontece ficando apegados a o que fizeram até agora. É uma aventura para entrar em um novo jeito de Ser. Simplesmente não esqueçam de tratar a vocês mesmos e aos outros com amor neste processo. É exatamente essa suavidade da transformação que as energias de Shamballa oferecem. É exatamente o que o quadro energético atual nos empurra a aprender: entrar no fluxo de transformação com amor.

Com Amor,
Philippe
Mestre de New Paradigm MDT
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O Alvorecer da Nova Era


A mudança de polaridade manifestada na época do solstício é sempre uma grande oportunidade de aceleração da transformação de consciência. Estamos assistindo atualmente no Brasil à manifestações de grande escala dessa dinâmica. O Gigante acordou e não é de se surpreender. O que ele pede é simplesmente as estruturas coletivas que representam e sustentam o desabrochar atual do Novo Paradigma.

Desde o final de 2012, estamos lembrando que o ambiente energético no qual estamos evoluindo é radicalmente diferente. Já falamos em extenso como essa mudança está sendo percebida ao nível pessoal e o que ela está proporcionando como transformações. As estruturas coletivas também, quaisquer que sejam, não podem permanecer tais como eram e precisam se adaptar de acordo com essa mudança de vibração planetária.

A mudança coletiva espelha o processo pessoal que já descrevemos. O jeito como essa mudança vai acontecer depende amplamente das ferramentas que o coletivo organiza para facilitar a transição e abrir mão da consciência antiga. Dificilmente pode-se evitar todo atrito entre a dinâmica de transformação e o instinto de preservação do que foi construído até agora. Mesmo com todos os seus defeitos, as estruturas antigas representam ainda para muitos um porto seguro frente ao desconhecido do futuro e isso faz parte de qualquer processo de transição. Neste processo, escolhas têm que ser feitas a cada passo, escolhas que representam o quanto o coletivo consegue alcançar do escopo verdadeiro da transformação atual naquele momento. Por isso é importante abrir a cabeça e pensar grande, porque essa transformação acontece de acordo com os meios que nos damos. Sabemos que ela tem que acontecer. Cabe a todos nós decidirmos o jeito como ela vai acontecer, cabe a todos nós sonhar essa transformação como a queremos. Em todo esse processo, o nosso trabalho energético tem uma ação verdadeira e direita para suavizar e acelerar o processo de integração coletiva do Novo Paradigma, continuando a preparar a consciência coletiva para a transição, criando a abertura necessária e sustentando a dinâmica de transformação. Não é pouca coisa, mais o número crescente de pessoas verdadeiramente ativas no trabalho energético aumenta a cada dia.

Tudo isso parece ainda confuso para muitas pessoas que podem ficar presas a uma ideia de que a transformação vem de algo/alguém externo à humanidade. Esses dias, algumas pessoas estavam ainda me perguntando: “Jà que não aconteceu nada em 2012, quando é que vai acontecer? Tem uma nova data?”. Essas pessoas não estão percebendo que o que era para acontecer em 2012 já aconteceu e que cabe agora à humanidade lidar com essa mudança de ambiente energético. Tem essa expectativa de muitos de acordar um dia de manhã com o mundo transformado como por mágica. Não, não tem truque, mas um processo de transformação que precisa e merece ser vivenciado, passo a passo, momento por momento. É exatamente essa vivência que escolhemos ao decidir encarnar neste planeta na época atual.

Queridos amigos, estamos vivendo em um momento excepcional, uma grande oportunidade de transformação e de elevação de consciência, a nível pessoal e coletivo. Cada passo que estamos dando dentro de nós nessa aventura facilita o desabrochar do Novo Paradigma no planeta para a humanidade inteira. As ferramentas que o sistema New Paradigm MDT está proporcionando nos ajudam a integrar, suavizar e potencializar essa dinâmica a uma velocidade como nunca aconteceu neste planeta. Não esqueçam que somos uma família de transformação de consciência, uma família que faz a diferença neste planeta, e que tem a função de impulsionar, sustentar a transformação atual dentro das energias do Amor Incondicional de Shamballa.

Para todos que estão ainda presos na consciência antiga, agora é o momento de se abrir para essa oportunidade de transformação sem precedente. E quem está lendo essas linhas, sem dúvida está pronto para atuar como motor dessa transformação de consciência planetária.

Com Amor,
Philippe
Mestre de New Paradigm MDT
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Do Indivíduo para com o Grupo


O processo de ascensão nos leva a integrar cada vez mais aspectos da nossa natureza. Somos criadores no processo de individualização, e ao mesmo tempo, somos uma consciência coletiva. É preciso transcender essa polaridade como todas as outras, e para isso, a nossa consciência deve também alcançar os fluxos energéticos que estamos compartilhando com a coletividade e integrar as nossas interações com os grupos.

A nossa experiência consciente apresenta uma grande variedade de grupos: a família biológica, a turma dos amigos, o condomínio X, a empresa Y, o país Z, os clientes do supermercado W etc... Fazemos parte de cada um desses grupos por escolha própria. Às vezes essa escolha foi tomada ao nível da nossa alma, às vezes ao nível da nossa personalidade. Mas em todos os casos, temos um objetivo em pertencer a esses grupos. O vínculo que temos com cada grupo influencia a nossa experiência. Se a empresa na qual trabalhamos fizer sucesso e aumentar os salários, isso muda a nossa experiência. Se o mercado onde fazemos a maior parte das nossas compras aumentar os preços de 20%, isso muda a nossa experiência. Se tivermos um filho, ou um dos nossos parentes falecer, isso muda a nossa experiência. Não podemos perder de vista que à medida que estamos caminhando, podemos reavaliar esses objetivos e essas escolhas, e até mudá-los caso isso for preciso.

Existe para a grande maioria desses grupos uma troca de energia. Oferecemos um tipo de energia para receber de um jeito que nos parece o mais simples outro tipo de energia. Por exemplo, oferecemos tempo e disponibilidade à nossa atividade profissional para receber vários fluxos energéticos, um deles sendo financeiro. Estamos então constantemente trocando energia com esses grupos, algumas dessas trocas sendo mais conscientes do que outras. É claro que temos vários níveis de troca. Alguns vínculos mobilizam mais energia do que outros e as mudanças nessas áreas têm mais repercussões em nossa experiência. Outros vínculos também estão baseados em uma freqüência energética mais elevada como o casamento, as amizades etc e esses vínculos têm também repercussões das mais importantes em nossa vida. Não é apenas a quantidade de energia que entra em questão.

Como sempre, é preciso observar, tomar consciência desses fluxos e avaliar se os vínculos que criamos estão sustentando a nossa caminhada ou não. E importante decidir o quanto de energia e que tipo de energia estamos prontos a compartilhar com aquele grupo. Isso vai determinar o quanto damos apoio ao propósito deste grupo e ao mesmo tempo o quanto podemos sentir seu apoio em nosso crescimento. Muitas vezes, essas escolhas nunca são re-avaliadas. As prioridades mudam com o tempo, principalmente com as transformações de consciência adquiridas através das experiências.

A nossa família energética não faz exceção a esse quadro. O nosso propósito é de enraizar a transformação de consciência do Novo Paradigma neste planeta. Cada um que participa de uma forma ou outra à vida deste grupo está sendo levado por essas energias para integrar com mais facilidade a transformação de consciência na sua vida. Participar das meditações, dos workshops, subscrever à nossa associação, doações para sustentar o nosso projeto, assumir responsabilidades administrativas, organizar eventos etc... são os exemplos mais comuns de como interagir com a energia do nosso grupo.

Eu quero agradecer então a todos que estão participando de uma forma ou outra, cada um fazendo as suas escolhas e seguindo o seu ritmo. Tenham certeza que essa sua interação fortalece o nosso propósito, como sustenta o seu próprio crescimento dentro deste propósito. E para quem nunca pensou sobre isso deste ponto de vista, é tempo de avaliar a importância que essa transformação de consciência tem na sua vida, e avaliar com isso, se está consagrando a quantidade e qualidade de energia apropriada em comparação com outros grupos na sua vida. Não esqueçam que estamos torcendo pela sua realização!

Com Amor,
Philippe
Mestre de New Paradigm MDT
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Aprendendo a Firmeza


Muitas pessoas estão começando a se abrir para um novo entendimento da sua natureza e das suas necessidades. Depois de ter passado muito tempo acreditando o que o ambiente estava ensinando a respeito do que são e do que precisam, essas pessoas estão começando a entrar em contato com uma “nova verdade”. Elas podem ter a impressão de que seus gostos e interesses estão mudando. Elas estão apenas começando a despertar do sonho coletivo que estava literalmente ditando seus pensamentos: “Você é isso. Você precisa fazer aquilo. O que é bom para você é isso”.

Essa estrutura coletiva já perdeu a base energética que estava a sustentando. Apenas ficam agora na consciência coletiva as lembranças, registros ou vícios do que foi cuidadosamente aprendido ao longo de milhares de anos. Cada vez mais pessoas estão se extraindo lentamente desse pesadelo coletivo. Essa fase representa novos desafios.

Primeiro, como sempre, as fases de transformação podem ser percebidas como delicadas pelo ser humano. Mesmo que esteja vivendo dentro de uma prisão mental, muitas vezes, sair deste ambiente pode parecer mais assustador do que ficar. O desconhecido gera medo porque ele pode apresentar situações ainda mais desconfortáveis do que o conhecido. Na verdade, seria dificilmente pior do que a situação atual, mas isso também foi condicionado com muita ênfase.

Além disso, esse tipo de transformação pode deixar vir a tona novas áreas a serem trabalhadas como o medo do julgamento ou da desidentificação com seu ambiente. Não tem como, isso faz parte da transformação atual. Isso é o preço de começar a vivenciar a sua própria verdade, deixando para trás uma verdade coletiva com a qual não se identifica mais.

Por isso é preciso de coragem e firmeza para seguir adiante. São ainda muitas testemunhas a nossa volta do jeito antigo de funcionar. E cada vez que estiver tentando algo novo, é provável que aparecer alguma resistência externa, quer seja uma pessoa ou simplesmente as estruturas do ambiente, lembrando: “Mas você nunca fez isso, nunca daquele jeito. Porque você quer fazer diferente? Porque você quer ser diferente do que você sempre foi? Cuidado, isso é perigoso!”.

Isso não deve representar um problema em si. O ambiente no qual estamos vivendo é a nossa criação coletiva. Qualquer que seja essa criação, podemos usá-la para o seu propósito inicial, ou seja, aprender sobre a nossa natureza de fonte criadora e sobre o processo criativo. O ambiente é apenas o resultado da nossa experiência como criador. O estado atual da maioria das pessoas é de total identificação com essa criação, o que é a raiz da infelicidade. Quando se consegue mudar esse paradigma e vivenciar a sua verdadeira natureza, não precisa mais questionar o ambiente a respeito do que é. Já está sabendo a resposta e não procura testemunhas disso em uma criação que nega totalmente essa verdade. Essa desidentificação com o ambiente abre então uma oportunidade de voltar no seu lugar de fonte criadora e de atuar a partir desta posição para criar o que quiser na sua vida.

Depois de passar por este ponto de realização, é preciso aprender a sustentar essa nova posição. Vivendo dentro de um ambiente onde quase todos os participantes estão ainda funcionando de acordo com o jeito antigo, estamos aprendendo a firmeza, firmeza de se manter integralmente e constantemente na vivência da sua verdade. Não tem outro jeito para realizar essa mudança de paradigma, é preciso viver essa verdade o tempo inteiro.

Por isso também funcionamos em grupo. Lembro a todos que juntos somos mais fortes para impulsionar tanto a nossa própria transformação como a transformação coletiva. É por isso que somos uma Família!

Com Amor,
Philippe
Mestre de New Paradigm MDT
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